Em 1998, Schumacher viu Mika Hakkinen ser campeão com alguma facilidade, à bordo de sua McLaren de outro mundo. E o fato voltou a acontecer em 1999, mas Schumacher não era protagonista, pois sofrera um acidente no GP da Inglaterra que tirou-lhe de boa parte da temporada.
E então, chega a temporada 2000. Schumacher, a partir de agora, contaria com a ajuda de Rubens Barrichello, novo piloto da Ferrari, que assumiria o carro n°4. A Ferrari vinha com uma solidez incrível, mostrando-se muito superior às temporadas anteriores e apta a disputar pelo título com a McLaren. Como era de se esperar, a rivalidade aconteceu do início ao fim da temporada. A Ferrari mostrou-se superior e Schumacher quebrou o jejum da equipe de Maranello, tornando-os novamente campeões e trazendo o n°1 para o time do cavalinho rampante. Isto se repetiu até 2004, em meio à polêmicas com seu companheiro de equipe, visto por muitos como “apenas um escudeiro, impossibilitado de vencer por cláusulas contratuais”.
“Michael vive para correr, A pista é sua droga e ele nunca se farta dela” (Jean Todt)
Em 2005, nem a habilidade de Michael Schumacher pôde diminuir os problemas ferraristas, tendo como foco os pneus da equipe (japoneses), que não eram bons o suficiente para resistirem por uma corrida. A temporada seguinte foi a última para Schumacher, que, apesar de perder para Fernando Alonso, brindou todos os fãs do automobilismo com uma exibição de gala em sua última corrida, Interlagos, com brilhantes ultrapassagens, com o arrojo de um heptacampeão, o piloto mais importante da história da Ferrari.

